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domingo, 16 de novembro de 2014

PROMOÇAO DE FINAL DE ANO

Oi pessoal, quero novamente agradecer as participações aqui no Blog.

Venham conhecer nossa promoção de final de ano:

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domingo, 31 de agosto de 2014

A Importância da atividade física


Muito importante saber:


Mas o que é atividade física? De acordo com Marcello Montti, atividade física é definida como um conjunto de ações que um indivíduo ou grupo de pessoas pratica envolvendo gasto de energia e alterações do organismo, por meio de exercícios que envolvam movimentos corporais, com aplicação de uma ou mais aptidões físicas, além de atividades mental e social, de modo que terá como resultados os benefícios à saúde.
No Brasil, o sedentarismo é um problema que vem assumindo grande importância. As pesquisas mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia, do que gastava há 100 anos, o que explica porque o sedentarismo afetaria aproximadamente 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto. O estilo de vida atual pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso país. Assim, vemos como a atividade física é assunto de saúde pública.
Na grande maioria dos países em desenvolvimento, grupo do qual faz parte o Brasil, mais de 60% dos adultos que vivem em áreas urbanas não praticam um nível adequado de exercício físico. Esse problema fica mais claro quando levamos em conta os dados do censo de 2000, que mostram que 80% da população brasileira vive nas cidades.
Os indivíduos mais sujeitos ao sedentarismo são: mulheres, idosos, pessoas de nível sócio-econômico mais baixo e os indivíduos incapacitados. Observou-se que as pessoas reduzem, gradativamente, o nível de atividade física, a partir da adolescência.
Em todo o mundo observa-se um aumento da obesidade, o que se relaciona pelo menos em parte à falta da prática de atividades físicas. É o famoso estilo de vida moderno, no qual a maior parte do tempo livre é passado assistindo televisão, usando computadores, jogando videogames, etc.
A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento das habilidades psicomotoras.
Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Veja, a pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.
Já no campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão.
A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.

Interessante notar que quanto maior o gasto de energia, em atividades físicas habituais, maiores serão os benefícios para a saúde. Porém, as maiores diferenças na incidência de doenças ocorrem entre os indivíduos sedentários e os pouco ativos. Entre os últimos e aqueles que se exercitam mais, a diferença não é tão grande. Assim, não é necessária a prática intensa de atividade física para que se garanta seus benefícios para a saúde. O mínimo de atividade física necessária para que se alcance esse objetivo é de mais ou menos 200Kcal/dia. Dessa forma, atividades que consomem mais energia podem ser realizadas por menos tempo e com menor freqüência, enquanto aquelas com menor gasto devem ser realizadas por mais tempo e/ou mais freqüentes.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Pele mais bonita e saudável


Aproveitem para cuidar da pele no inverno, é o tempo ideal.

Tratamento com ácido;
Extração de cravos;
Clareamento;
Peeling



Venham todos aproveitar a grande promoção do mês de agosto.

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

Envelhecimento : desfazendo mitos.

Envelhecimento: Desfazendo mitos


           O ano de 1999 foi declarado o Ano Internacional do Idoso. Naquele ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o seguinte tema para as comemorações do Dia Mundial da Saúde: "Envelhecimento ativo faz a diferença".
           Dessa forma a OMS estava reconhecendo que esta era a chave para que a população idosa permaneça desempenhando seu papel na sociedade. O envelhecimento ativo envolve diferentes dimensões de nossas vidas: física, mental, social e espiritual.
           "O envelhecimento é um privilégio e uma conquista da sociedade. É também, um desafio, o qual terá impacto sobre todos os aspectos da sociedade no século 21"(OMS, 1999).
           O envelhecimento é um processo natural e mesmo desejável, uma vez que a alternativa, que ninguém quer, é morrer jovem. Apesar de ser um fenômeno mundial, o envelhecimento ainda é cercado por muitos mitos que não têm nada a ver com a realidade. Foi para ajudar a desfazer esta confusão que, em 1999, a OMS publicou o documento "Envelhecimento: Desfazendo mitos", cujos aspectos principais passamos a reproduzir a seguir.
           Mito número 1: A maioria dos idosos vive em países desenvolvidos;
           De fato o que ocorre é o contrário. A maioria das pessoas idosas, mais de 60% delas, vive em países em desenvolvimento. Existem quase 600 milhões de pessoas idosas no mundo e mais da metade delas vivem em países em desenvolvimento. Por volta de 2020 existiraõ cerca de 1 bilhão de pessoas idosas. Mais de 700 milhões viverão em países em desenvolvimento.

           Mito número 2: Os idosos são todos iguais;
           Na verdade, os idosos constituem um grupo muito diversificado. Muitos idosos mantêm uma vida ativa e saudável, enquanto alguns menos idosos têm uma baixa qualidade de vida. A idade das pessoas depende de um grande número de fatores, incluindo gênero, etnia, cultura, se o idoso vive num país industrializado ou num país em desenvolvimento, se vive na cidade ou no campo. Estes e muitos outros fatores, inclusive a experiência individual, fazem com que as pessoas sejam cada vez mais diferentes entre si à medida que a idade avança. Mesmo no que diz respeito a características biológicas, dois jovens da mesma idade são muito mais parecidos entre si do que dois idosos.

           Mito número 3: Homens e mulheres envelhecem da mesma maneira;
           Homens e mulheres envelhecem de maneira diferente. Antes de tudo, mulheres vivem mais do que homens. Parte dessa vantagem feminina com respeito à expectativa de vida é biológica. Longe de ser o sexo frágil, elas parecem mais resistentes do que os homens em todas as idades, mais particularmente na infância. Também na vida adulta, as mulheres têm uma vantagem biológica. Por exemplo, pelo menos até a menopausa, seus hormônios as protegem contra o infarto do miocárdio.

           Mito número 4: Pessoas idosas são frágeis;
           Muito longe de serem frágeis, a grande maioria das pessoas idosas mantém-se fisicamente rígidas, mesmo nas idades mais avançadas. Da mesma forma continuam capazes de realizar as tarefas relacionadas às atividades da vida diária e são parte ativa da vida comunitária. A capacidade de nosso sistema biológico cresce durante os primeiros anos de vida até atingir seu ponto máximo no início da vida adulta e vai decaindo daí. A velocidade desse declínio é fortemente determinada por fatores externos relacionados ao estilo de vida do adulto, incluindo tabagismo, consumo de álcool, dieta e condiçòes sociais. Por exemplo, a declínio natural da função cardíaca pode ser acelerado pelo hábito de fumar. Mas a aceleração do declínio funcional determinado por fatores externos pode ser revertida em qualquer idade.

           Mito número 5: Pessoas idosas não têm nada a contribuir;
           Na verdade as pessoas idosas dão inúmeras contribuições às famílias, à sociedade e à economia. A visão convencional que perpetua este mito tende a focar a participação na força de trabalho e a redução dessa participação com o aumento da idade. Muitas vezes, assume-se que a redução da participação de pessoas idosas em trabalhos remunerados deve-se ao declínio da capacidade funcional associado com o envelhecimento. De fato, o declínio da capacidade funcional não significa de forma alguma incapacidade para o trabalho. Os requisitos físicos para muitos empregos têm sido reduzidos devido aos avanços tecnológicos. O fato de haver poucos idosos em trabalhos remunerados é mais freqüente devido a desvantagens das pessoas idosas com respeito à escolaridade e treinamento e, principalmente, devido ao preconceito existente.

           Mito número 6: Pessoas idosas são uma carga econômica para a sociedade;
           As pessoas idosas contribuem de inúmeras formas para o desenvolvimento de sua sociedade. Este mito talvez esteja sendo reforçado nos últimos tempos pelas dificuldades de muitos países em prover seguridade a um número cada vez maior de pessoas que alcançam idades avançadas.

Doença e a terceira idade


           O contato com a Medicina fica mais freqüente na terceira idade. Não é raro começarmos a nos preocupar com a saúde após os 40 anos e então passarmos a ter os primeiros contatos com o médico. Uma situação, por exemplo, que freqüentemente nos leva ao médico pela primeira vez é a pressão alta, relacionada sempre a uma série de circunstâncias muito diferentes e que necessita por sua vez de cuidados que vão alterar o nosso dia-a-dia.
           Na terceira idade há uma tendência ao acúmulo de doenças crônicas, na sua grande maioria benignas e fáceis de serem controladas. A artrose, por ex., é doença que acomete com muita freqüência o idoso e que pode se somar a outras manifestações como a pressão alta ou o diabetes. O médico deve administrar a doença com a participação do idoso, bem como a de seus familiares, fornecendo o máximo de informações possíveis.
           Ao médico cabe distinguir os sintomas próprios da idade daqueles devido à doença. Quando houver mais de um médico cuidando do paciente deve-se destacar um deles, em geral o clínico geral, para atuar como o coordenador e desta maneira propiciar uma abordagem ampla e uniforme. É muito importante que se veja a pessoa como um todo, tendo especial cuidado com as características de sua personalidade e os aspectos próprios ao seu meio.
           O exame médico inicial deve ser sempre minicioso e realizado de preferência por um clinico geral e nunca pelo especialista. O especialista deve ser convocado sempre que necessário e sempre sob a supervisão do clínico geral. O diagnóstico preciso permite a destinção correta entre o sintoma devido às perdas funcionais próprias da idade.
Charlatanice

           O alto custo da medicina e a má assistência oferecida pelo setor público levam ao aparecimento de tratamentos sem qualquer critério científico. A terceira idade encontra neste meio um mercado muito rico, caracterizado por remédios que são indicados para inúmeras situações comuns como o reumatismo, distúrbios da memória e da circulação, etc. Fórmulas infalíveis para o tratamento do câncer são muito comuns.
Saúde

           A medicina está devotada à manutenção da saúde o que compreende a detecção e a prevenção de doenças, a cura de moléstias que possuem tratamento, o combate à dor e a diminuição do sofrimento. A saúde pública ocupa importante papel na medicina moderna sendo responsável pela promoção de higiene, orientação nutricional e cuidados com os fatores ambientais que interferem com a saúde.
           A boa saúde, em qualquer idade, está na dependência de três fatores básicos constituídos pela alimentação, pela atividade física e pelo estado psicológico. São três colunas básicas que se erguem a partir de nossa constituição genética e sobre as quais podemos ter atuação direta.
Acidentes na III Idade

           Em alguns países o acidente é importante causa de morte sendo superior a doenças infecciosas , doenças cardíacas e câncer. Na terceira idade os acidentes também são freqüentes e tendem a ter conseqüências sérias.
           Na terceira idade a principal causa de acidentes são as quedas destacando-se a fratura do fêmur como sua principal conseqüência. A diminuição da acuidade visual, uma maior tendência a síncopes e os efeitos adversos de medicamentos, principalmente os tranqüilizantes, e o alcoolismo são as principais causas de quedas do idoso. As queimaduras e os acidentes de trânsito constituem também causas de acidentes na terceira idade.
As Quedas

           A queda representa uma fonte de doenças na terceira idade e também uma causa de morte.
           Cerca de 10% dos idosos que sofreram uma queda virão a falecer em decorrência da mesma, e cerca de 30% terão, como conseqüência , uma lesão importante.
           Além da fratura o idoso que sofre a queda em geral se torna ansioso e amedrontado quanto a outras quedas.
           O sedentarismo também é um fator que deve ser destacado, sendo que o idoso ativo, acostumado a fazer exercícios regulares tem menor predisposição a sofrer quedas.
           *A síncope é sensação de forte tontura seguida de rápida perda de consciência.
           O alcoolismo também é uma causador de quedas. Fatores ambientais também devem ser considerados, como por ex.: a iluminação inadequada, presença de tapetes soltos, falta de borracha no chão do chuveiro, falta de barras de apoio e de corrimões.
          
As Queimaduras

           As queimaduras são também muito comuns na terceira idade. A sua grande maioria ocorre em casa e em geral são devidas a fogo e líquidos aquecidos. Na terceira idade a resposta à queimadura é sempre preocupante devido à diminuição na capacidade de regeneração cutânea tornando-a mais sensível, e também por eventuais outras doenças concomitantes.
           Alguns cuidados preventivos devem ser destacados, como evitar fumar na cama ou alcoolizado, não cozinhar utilizando roupas facilmente inflamáveis.
Os Acidentes de Trânsito

           Os acidentes de trânsito constituem causa de morte na terceira idade. É aconselhável o idoso dirigir devagar, de preferência sempre acompanhado e realizar trajetos curtos evitando os horários de "rush"e noturnos. O uso de cintos de segurança é medida de extraordinária importância para se evitar as graves conseqüências dos acidentes automobilísticos. O pedestre idoso deve caminhar de maneira alerta na via pública, evitando transportar muitos objetos nas mãos.
As Fraturas


           A osteosporose é o principal fator que favorece a fratura no idoso. Basicamente a osteosporose é a diminuição na quantidade de massa óssea e o aumento da fragilidade do osso. 

terça-feira, 22 de abril de 2014

Grande promoção do Dia das Mães

Promoção do dia das mães:

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domingo, 6 de abril de 2014

Saúde do Idoso Parte 3

Causas do envelhecimento: Estilo de vida e adaptação


Estilo de vida e adaptação são importantes componentes que afetam no grau de envelhecimento dos sistemas do organismo. Fatores como falta de exercícios, fumo e abuso de drogas e álcool têm efeitos prejudiciais à saúde e no período de vida. O ganho de peso com a idade é comumente atribuído a diminuição da atividade e distúrbios metabólicos. Mudanças no metabolismo da secreção de ácidos gordurosos no armazenamento abdominal altera a capacidade do fígado retirar insulina do sangue e, ao mesmo tempo, aumentar a glicogenese, levando a um estado de pré-diabetes.

Certas mudanças da senilidade na estrutura do coração podem ser adaptações para um aumento do endurecimento da parede arterial. Os endurecimentos dos vasos podem ser reduzidos em ambiente menos estressantes e com exercícios vigorosos, mas é acelerado por hipertensão.
           Muitas substâncias foram usadas para retardar o envelhecimento durante centenas de anos com pequeno êxito ou sem a obtenção de sucesso. Hoje, existem intervenções que podem melhorar a função psicológica e reduzir a incidência e a prevalência de doenças da senilidade. Essas intervenções podem ter efeitos específicos ou mais generalizados. Intervenções acomodativas são aquelas que estão designadas a aumentar as capacidades psicológicas residuais. Estas incluem óculos, aparelhos de audição e muletas. Intervenções de estilo de vida são aquelas que discutem aspectos de modificação de conduta; e são as que mostram os melhores efeitos na saúde. Outra intervenção estratégica pode ser agrupada dentro das intervenções farmacológicas, nutricionais e biológicas, as quais têm demonstrado benefícios no grau de envelhecimento. Estas estratégias reduzem a mortalidade de indivíduos idosos, aumentando sua expectativa de vida.
           A redução da mortalidade de idosos desde a década de 60 pode ser atribuída a alterações no estilo de vida e a avanços significativos na medicina clínica, particularmente no tratamento de condições crônicas. O aumento da expectativa de vida foi possível com o melhor conhecimento das intervenções nutricionais e farmacológicas, reposição hormonal e, eventualmente, por meios de engenharia genética.
           Os fatores de estilo de vida podem ter um importante papel na saúde geral. Dieta inapropriada, falta de exercícios regulares, e fumar ou outros hábitos prejudiciais ao indivíduo podem afetar significativamente na performace psicológica e acelerar o início de doenças da senilidade. As atividades físicas reduzem alguns problemas típicos de idosos, mas não todos. Por exemplo, melhora a ação do sistema cardiovascular e o fortalecimento da musculatura, mas não traz melhorias na visão, audição, e talvez pouco interfira na longevidade.
           Várias intervenções farmacológicas anti-envelhecimento disponíveis precisam ser reexaminadas usando alvos moleculares especiais para avaliar seu potencial de eficiência. Além disso, requerem um estudo exaustivo antes de serem recomendados.
           Intervenções no estilo de vida são primeiramente relacionadas a fatores que reduzem o risco de morte prematura por doenças adquiridas, principalmente doenças cardiovasculares e câncer.
           Exercícios e redução de peso têm sido usados para prevenir ou ainda corrigir vários distúrbios no metabolismo.
           Uma recente pesquisa reportou que indivíduos que exercitavam regularmente não aumentava o risco de ataque do coração durante um exercício vigoroso, já nos sedentários, o risco era cem vezes maior.
           Ainda é incerto qual tipo de exercício é melhor para retardar o envelhecimento e reduzir as doenças comuns em idosos, mas os benefícios da atividade física são indiscutíveis. 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Alterações de Personalidade Parte 1

Alterações da personalidade


     As alterações da personalidade caracterizam-se por padrões de percepção, de reacão e de relação que são relativamente fixos, inflexíveis e socialmente desadaptados, incluindo uma variedade de situações.
     Cada um tem padrões característicos de percepção e de relação com outras pessoas e situações (traços pessoais). Dito de outro modo, toda a gente tende a confrontar-se com situações de stress com um estilo individual, mas repetitivo. Por exemplo, algumas pessoas tendem a responder sempre a uma situação problemática procurando a ajuda de outros. Outras assumem sempre que podem lidar com os problemas por si próprias. Algumas pessoas minimizam os problemas, outras exageram-nos. Ainda que as pessoas tendam a responder sempre do mesmo modo a uma situação difícil, a maioria é propensa a tentar outro caminho se a primeira resposta for ineficaz. Em contraste, as pessoas com alterações da personalidade são tão rígidas que não se podem adaptar à realidade, o que debilita a sua capacidade operacional. Os seus padrões desadaptados de pensamento e de comportamento tornam-se evidentes no início da idade adulta, frequentemente antes, e tendem a durar toda a vida. São pessoas propensas a ter problemas nas suas relações sociais e interpessoais e no trabalho.
     As pessoas com alterações da personalidade não têm, geralmente, consciência de que o seu comportamento ou os seus padrões de pensamento são desadequados; pelo contrário, muitas vezes pensam que os seus padrões são normais e corretos. Frequentemente, os familiares ou os assistentes sociais enviam-nos para receber ajuda psiquiátrica porque o seu comportamento desadequado causa dificuldades aos outros. Por outro lado, as pessoas com alterações por ansiedade causam problemas a si próprias, mas não aos outros.  Quando as pessoas com alterações da personalidade procuram ajuda por si mesmas (frequentemente, por causa de frustrações), tendem a pensar que os seus problemas são provocados por outras pessoas ou por uma situação particularmente difícil.

     As alterações da personalidade incluem os seguintes tipos: paranóide, esquizóide, esquizotípico, histriónico, narcisista, anti-social, limite, esquivo, dependente, obsessivo-compulsivo e passivo-agressivo. A alteração de identidade dissociativa, anteriormente chamada alteração da personalidade múltipla, é uma perturbação completamente diferente.