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terça-feira, 6 de outubro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Envelhecimento - desfazendo mitos
O ano de 1999 foi declarado o Ano Internacional do Idoso. Naquele ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o seguinte tema para as comemorações do Dia Mundial da Saúde: "Envelhecimento ativo faz a diferença".
Dessa forma a OMS estava reconhecendo que esta era a chave para que a população idosa permaneça desempenhando seu papel na sociedade. O envelhecimento ativo envolve diferentes dimensões de nossas vidas: física, mental, social e espiritual.
"O envelhecimento é um privilégio e uma conquista da sociedade. É também, um desafio, o qual terá impacto sobre todos os aspectos da sociedade no século 21"(OMS, 1999).
O envelhecimento é um processo natural e mesmo desejável, uma vez que a alternativa, que ninguém quer, é morrer jovem. Apesar de ser um fenômeno mundial, o envelhecimento ainda é cercado por muitos mitos que não têm nada a ver com a realidade. Foi para ajudar a desfazer esta confusão que, em
De fato o que ocorre é o contrário. A maioria das pessoas idosas, mais de 60% delas, vive em países em desenvolvimento. Existem quase 600 milhões de pessoas idosas no mundo e mais da metade delas vivem em países em desenvolvimento. Por volta de 2020 existiraõ cerca de 1 bilhão de pessoas idosas. Mais de 700 milhões viverão em países em desenvolvimento.
Mito número 2: Os idosos são todos iguais;
Na verdade, os idosos constituem um grupo muito diversificado. Muitos idosos mantêm uma vida ativa e saudável, enquanto alguns menos idosos têm uma baixa qualidade de vida. A idade das pessoas depende de um grande número de fatores, incluindo gênero, etnia, cultura, se o idoso vive num país industrializado ou num país em desenvolvimento, se vive na cidade ou no campo. Estes e muitos outros fatores, inclusive a experiência individual, fazem com que as pessoas sejam cada vez mais diferentes entre si à medida que a idade avança. Mesmo no que diz respeito a características biológicas, dois jovens da mesma idade são muito mais parecidos entre si do que dois idosos.
Mito número 3: Homens e mulheres envelhecem da mesma maneira;
Homens e mulheres envelhecem de maneira diferente. Antes de tudo, mulheres vivem mais do que homens. Parte dessa vantagem feminina com respeito à expectativa de vida é biológica. Longe de ser o sexo frágil, elas parecem mais resistentes do que os homens em todas as idades, mais particularmente na infância. Também na vida adulta, as mulheres têm uma vantagem biológica. Por exemplo, pelo menos até a menopausa, seus hormônios as protegem contra o infarto do miocárdio.
Mito número 4: Pessoas idosas são frágeis;
Muito longe de serem frágeis, a grande maioria das pessoas idosas mantém-se fisicamente rígidas, mesmo nas idades mais avançadas. Da mesma forma continuam capazes de realizar as tarefas relacionadas às atividades da vida diária e são parte ativa da vida comunitária. A capacidade de nosso sistema biológico cresce durante os primeiros anos de vida até atingir seu ponto máximo no início da vida adulta e vai decaindo daí. A velocidade desse declínio é fortemente determinada por fatores externos relacionados ao estilo de vida do adulto, incluindo tabagismo, consumo de álcool, dieta e condiçòes sociais. Por exemplo, a declínio natural da função cardíaca pode ser acelerado pelo hábito de fumar. Mas a aceleração do declínio funcional determinado por fatores externos pode ser revertida em qualquer idade.
Mito número 5: Pessoas idosas não têm nada a contribuir;
Na verdade as pessoas idosas dão inúmeras contribuições às famílias, à sociedade e à economia. A visão convencional que perpetua este mito tende a focar a participação na força de trabalho e a redução dessa participação com o aumento da idade. Muitas vezes, assume-se que a redução da participação de pessoas idosas em trabalhos remunerados deve-se ao declínio da capacidade funcional associado com o envelhecimento. De fato, o declínio da capacidade funcional não significa de forma alguma incapacidade para o trabalho. Os requisitos físicos para muitos empregos têm sido reduzidos devido aos avanços tecnológicos. O fato de haver poucos idosos em trabalhos remunerados é mais freqüente devido a desvantagens das pessoas idosas com respeito à escolaridade e treinamento e, principalmente, devido ao preconceito existente.
Mito número 6: Pessoas idosas são uma carga econômica para a sociedade;
As pessoas idosas contribuem de inúmeras formas para o desenvolvimento de sua sociedade. Este mito talvez esteja sendo reforçado nos últimos tempos pelas dificuldades de muitos países em prover seguridade a um número cada vez maior de pessoas que alcançam idades avançadas.
Depressão no idoso
Depressão
no idoso
A depressão é uma das principais doenças mentais que atingem os idosos. Cerca de 15% dos idosos apresentam alguns sintomas depressivos e 2% depressão grave.
Os principais sintomas desta doença são: tristeza profunda e duradoura, acompanhada de desânimo, apatia, desinteresse, impossibilidade de desfrutar dos prazeres da vida. Não se interessa pelas atividades diárias, não dorme bem, não tem apetite, muitas vezes tem queixas vagas como fadiga, dores nas costas ou na cabeça. Aparecem pensamentos "ruins"(idéias de culpa, inutulidade, desesperança e suícidio, nos casos mais graves).
As causas da depressão são desconhecidas, mas acredita-se que vários fatores biológicos, psicológicos e sociais atuando concomitantemente levem à doença. Na depressão há alterações no equilíbrio dos sistemas químicos do cerébro, principalmente nos neurotransmissores noradrenalina e serotonina.
O reconhecimento da doença no idoso é difícil, devido aos preconceitos em relação à velhice e às doenças mentais que dificultam o acesso dos pacientes a um tratamento adequado. Quando alguém fica desanimado e triste por algumas semanas é necessário levá-lo a um psiquiatra, para uma avaliação especializada, pois pode estar sofrendo de depressão.
Os medicamentos antidepressivos atuam nos neurotransmissores permitindo uma recuperação do equilíbrio químico do cerébro. Essa recuperação demora algumas semanas, sendo o apoio familiar de fundamental importância. O acompanhamento psicoterápico permite complementação do tratamento mendicamentoso, propiciando a recuperação da qualidade de vida do idoso.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Personalidade parte 3
Traços da Personalidade:
Para a psiquiatria os tipos de personalidade, ou os tipos psicológicos, são classificados de acordo com o conjunto de traços que caracterizavam a maneira de ser da pessoa, o modo como a pessoa interage com seu mundo, ou seja, como o sujeito se relacionava com o objeto.
Para a psiquiatria os tipos de personalidade, ou os tipos psicológicos, são classificados de acordo com o conjunto de traços que caracterizavam a maneira de ser da pessoa, o modo como a pessoa interage com seu mundo, ou seja, como o sujeito se relacionava com o objeto.
Carl Jung (1875 – 1961) classificava as
pessoas em dois tipos básicos de atitude (dos quais também derivam vários
subtipos), a extroversão e a introversão, de origem biológica. A extroversão, segundo ele, era governada
por expectativas e necessidades sociais, estando orientada para a adaptação e
reações exteriores, enquanto a introversão
teria sua energia dirigida para os estados subjetivos e processos psíquicos.
Alfred Adler (1870 – 1937)
reconhecia quatro tipos de temperamento, os quais, de certa forma, foram
ainda baseados em Galeno, porém, definidos de acordo com o interesse social e
nível de energia manifestado pelas pessoas. Adler denominava tipo governante as pessoas com certo nível
de agressividade, tirania e dominação, correspondendo ao tipo colérico de
Galeno. Falava do tipo dependente,
para pessoas sensíveis, que se acomodam em uma concha existencial para se
protegerem dos eventos externos. O tipo dependente possui baixos níveis de
energia, são cronicamente cansados, pouco dispostos e correspondem ao tipo
fleumático de Galeno. O terceiro tipo de Adler é chamado de evitação e representa pessoas que
tendem a se afastar do contato direto com os outros e com as circunstâncias.
Essas pessoas também têm níveis baixos de energia, são predominantemente
tristes e correspondem ao tipo melancólico de Galeno. Finalmente o tipo socialmente útil, representando as
pessoas saudáveis, que apresentam interesse social e energia, atléticas e
vigorosas, relacionadas ao tipo sangüíneo de Galeno.
Alguns traços de personalidade,
de fato, parecem ter uma potencialidade geneticamente determinada, faltando
saber com que probabilidade esse potencial se desenvolverá ou não na vida da
pessoa. O seqüenciamento do genoma humano permitiu que cientistas
identificassem uma série de genes relacionados ao comportamento. Foram mapeados
genes relacionados à tendência para adquirir certos traços de personalidade, ou
a desenvolver hábitos ou vícios – desde que tais genes sejam
"disparados" por estímulos ambientais durante a vida da pessoa.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Personalidade parte 2
Ambiente, Genética e Personalidade
Como se forma a personalidade humana? O
que é mais importante na formação e desenvolvimento da personalidade? Essas
questões acompanham a curiosidade humana desde tempos imemoráveis. Atualmente,
embora a dúvida continue, já podemos refletir baseados em hipóteses bastante
interessantes. O indivíduo como se encontra aqui e agora é, indubitavelmente,
um produto daquilo que ele trouxe ao mundo com aquilo que o mundo fez com ele,
em outras palavras, o sujeito é uma combinação de seu genótipo com as
influências do ambiente sobre esse genótipo. Entre tantas tendências destaca-se
um tronco ideológico segundo o qual os seres humanos seriam criados iguais
quanto sua capacidade potencial. Neste caso, a ocorrência das diferenças
individuais seria interpretada como uma decisiva influência ambiental sobre o
desenvolvimento da personalidade. De acordo com tal enfoque, havendo no mundo
uma hipotética igualdade de oportunidades, seríamos todos iguais quanto as
nossas realizações, já que, potencialmente seríamos iguais. Assim pensando, se
a todos fossem dadas oportunidades iguais, como por exemplo, oportunidade
musical ou artística, seria impossível destacar-se um Chopin, Mozart,
Monet, Rembrandt, porque a potencialidade de todos seus colegas de classe
seria a mesma. A única diferença entre Einstein e os demais teria sido
uma simples questão de oportunidade e circunstâncias ambientais. Neste caso a
personalidade, a inteligência, a vocação e a própria doença mental seriam
questões exclusivamente ambientais.
A idéia de buscar fora da pessoa os elementos que
explicassem seu comportamento a sua desenvoltura vivencial teve ênfase com as
teorias de Rousseau, segundo o qual era a sociedade quem corrompia o
homem. Subestimou-se a possibilidade da sociedade refletir, exatamente, a
totalidade das tendências humanas. São seres humanos que trazem em si um
potencial corruptor o qual, agindo sobre outros indivíduos sujeito à corrupção,
produzem um efeito corruptível. Ou seja, trata-se de um demérito tipicamente e
exclusivamente humano.
Outra concepção acerca da personalidade foi
baseada na constituição biotipológica, segundo a qual a genética não estaria
limitada exclusivamente à cor dos olhos, dos cabelos, da pele, à estatura, aos
distúrbios metabólicos e, às vezes, às malformações físicas, mas também,
determinaria às peculiares maneiras do indivíduo relacionar-se com o mundo: seu
temperamento, seus traços afetivos, etc. As considerações extremadas neste
sentido descartam qualquer possibilidade de influência do meio sobre o
desenvolvimento e desempenho psico-emocional e atribuem aos arranjos sinápticos
e genéticos a explicação de todas as características da personalidade.
Entretanto, uma das descobertas mais interessantes do projeto Genoma
colocou em cheque essa hipótese organicista. Foi o fato de se verificar que os
seres humanos compartilham entre si 99,99% de seus genes e, desta forma, as
diferenças cromossômicas entre duas pessoas seriam ínfimas. Pelo lado da
biologia, se a diferença dos cromossomos entre duas pessoas gira em torno de
0,01%, como se justificaria a enorme diferença de personalidade entre essas
duas pessoas. Pelo lado do ambiente, se o meio onde se desenvolvem dois irmãos
é basicamente o mesmo, o que justificaria também a enorme diferença entre as
personalidades de ambos. Buscando um meio termo, como apelo ao bom senso,
pode-se considerar a totalidade do ser humano como sendo um balanço entre, no
mínimo, duas porções que se conjugam de forma a produzir a pessoa tal como é:
uma natureza biológica, tendo por base nossa natural submissão ao reino animal
e às leis da biologia, da genética e dos instintos, e uma natureza existencial,
suprabiológica e que transcende o animal que repousa em nós. A pessoa, ser
único e individual, distinto de todos outros indivíduos de sua espécie, traduz
a essência de uma peculiar combinação bio-psico-social.
Pensando assim, os genes herdados se
apresentam como possibilidades variáveis de desenvolvimento em contacto com o
meio e não como certeza inexorável de desenvolvimento. Sensatamente, o ser humano não deve ser considerado nem exclusivamente
ambiente, nem exclusivamente herança, antes disso, uma combinação destes dois
elementos em proporções completamente insuspeitadas.
O ser humano não deve ser considerado um
produto exclusivo de seu meio, tal como um aglomerado dos reflexos
condicionados pela cultura que o rodeia e despido de qualquer atributo mais
nobre de sentimentos e vontade própria. Não pode, tampouco, ser considerado um
punhado de genes, resultando numa máquina programada a agir desta ou daquela
maneira, conforme teriam agido exatamente os seus ascendentes biológicos.
Seguindo essa idéia a definição
de Personalidade poderia ser esboçada da seguinte maneira:
"PERSONALIDADE É A
ORGANIZAÇÃO DINÂMICA DOS TRAÇOS NO INTERIOR DO EU, FORMADOS A PARTIR DOS GENES
PARTICULARES QUE HERDAMOS, DAS EXISTÊNCIAS SINGULARES QUE EXPERIMENTAMOS E DAS
PERCEPÇÕES INDIVIDUAIS QUE TEMOS DO MUNDO, CAPAZES DE TORNAR CADA INDIVÍDUO
ÚNICO EM SUA MANEIRA DE SER, DE SENTIR E DE DESEMPENHAR O SEU PAPEL
SOCIAL".
domingo, 5 de abril de 2015
Psicologia Personalidade
Em todo tratamento de saúde, usamos Psicologia
Introdução:
Hoje vamos
descrever como atua a psicologia sob diversas formas: como conhecemos e como
lidamos como essa situação do Profissional da Saúde com o paciente, o que
acontece nessas relações (principalmente dos Enfermeiros e Técnicos de
Enfermagem em relação ao paciente).
O hospital, por
exemplo é uma complexa organização dividida em diversos setores e
departamentos, passando pelas diversas especialidades médicas. Através do
trabalho de dezenas e centenas de profissionais atuando harmonicamente, o
hospital atinge seu objetivo final. São exemplos desses profissionais: Médicos,
Enfermeiros, técnicos e Auxiliares de Enfermagem, Intrumentadores(as),
Nutricionistas, Psicólogos, assistentes Sociais, entre outros. E no hospital,
como todos sabem, é o local para onde se dirigem as pessoas que apresentam-se
necessitadas de uma intervenção médica para curar alguma doença, ou para ter um
filho e até mesmo para cirurgia estética visando a satisfação de poder ter seu
corpo conjugando em sintonia com a sua mente. Na maioria das vezes é um lugar
de sofrimento para aqueles que ali se encontram e se dão por felizes quando
voltam para casa com a cura estabelecida, outros já não podem voltar e é também
sobre estes últimos que vamos tratar aqui.
DNA e Personalidade
Na metade do século XX até agora, a partir da descoberta da estrutura do DNA pelo americano James Watson e pelo inglês Francis Crick em 1953 até o mapeamento completo do genoma humano, em 2003, abriu-se um campo de exploração sem precedentes para entender as origens biológicas da personalidade. Hoje se sabe que os comportamentos dependem da interação entre fatores genéticos e ambientais.
Na metade do século XX até agora, a partir da descoberta da estrutura do DNA pelo americano James Watson e pelo inglês Francis Crick em 1953 até o mapeamento completo do genoma humano, em 2003, abriu-se um campo de exploração sem precedentes para entender as origens biológicas da personalidade. Hoje se sabe que os comportamentos dependem da interação entre fatores genéticos e ambientais.
domingo, 1 de março de 2015
Dia Internacional da Mulher Promoções
Oi pessoal tudo bem?
Não deixem de aproveitar as promoções agora de março no consultório do nosso dia internacional da mulher.
Promoções em estética corporal e facial, comuniquem-se, estou aguardando:
Não deixem de aproveitar as promoções agora de março no consultório do nosso dia internacional da mulher.
Promoções em estética corporal e facial, comuniquem-se, estou aguardando:
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