"VOCÊ RECEBERÁ, DE RETORNO TUDO O QUE DER AOS OUTROS, SEGUNDO A LEI QUE NOS REGE OS DESTINOS."
Allan Kardec
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
NATAL
VENHO AQUI PARA DESEJAR FELIZ NATAL, DESDE JÁ, À TODOS E AGRADECER AS VISITAS, SEGUIDORES, SUGESTÕES E COMENTÁRIOS, VOLTEM SEMPRE, QUERO POR FAVOR AINDA MAIS COMENTÁRIOS E SUGESTÕES, AFINAL, O BLOG É PARA TODOS VOCÊS.
EXCELENTE NATAL PARA TODOS E UM 2011 CHEIO DE SAÚDE E SABEDORIA.
MUITO OBRIGADA,
ATENCIOSAMENTE, VANDERLUCIA.
EXCELENTE NATAL PARA TODOS E UM 2011 CHEIO DE SAÚDE E SABEDORIA.
MUITO OBRIGADA,
ATENCIOSAMENTE, VANDERLUCIA.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
SAÚDE DO IDOSO Parte 1
A terceira idade no mundo moderno
No século XVI surgiram os primeiros trabalhos científicos relacionados à terceira idade. A partir de então foram elaboradas inúmeras técnicas especiais que prolongariam a vida. Acreditava-se que a terceira idade seria "vencida" pelo desenvolvimento científico.
Inúmeras substâncias tornaram-se famosas por pretenderem ter o poder de diminuir o processo de envelhecimento. Técnicas de resfriamento do corpo foram desenvolvidas com o objetivos de se estancar o processo que leva à velhice ou ainda o de manter o corpo congelado até o dia da descoberta da "cura" para a terceira idade.
Desenvolveu-se também o método da quilação, que consiste na introdução de determinada medicação no organismo para que estes provoquem reações químicas que retirem do corpo substâncias que acelerariam o processo de envelhecimento, como por exemplo os radicais livres.
A recente "Medicina Ortomolecular" nada mais é do que um método terapêutico que também vê na eliminação de radicais livres um meio de desacelerar o processo de envelhecimento usando, para isso, doses elevadas de substâncias químicas, principalmente vitaminas, em especial a A, C e E, associadas a hormônios (do crescimento, da glândula adrenal) poderiam também levar ao rejuvenescimento.
Nenhum desses métodos terapêuticos, porém, pode ter sua eficácia comprovada cientificamente. Contudo, recentes trabalhos científicos sugeriram que a diminuição da velocidade do metabolismo orgânico poderia desacelerar o processo de envelhecimento.
Nota-se, assim, que o desejo de controlar o envelhecimento é um anseio legítimo. A rejeição à terceira idade é um mecanismo de defesa natural do homem. Mas sua aceitação como uma realidade junto à compreensão de que se pode ser plenamente feliz em qualquer idade é o melhor caminho para a longevidade.
No século XVI surgiram os primeiros trabalhos científicos relacionados à terceira idade. A partir de então foram elaboradas inúmeras técnicas especiais que prolongariam a vida. Acreditava-se que a terceira idade seria "vencida" pelo desenvolvimento científico.
Inúmeras substâncias tornaram-se famosas por pretenderem ter o poder de diminuir o processo de envelhecimento. Técnicas de resfriamento do corpo foram desenvolvidas com o objetivos de se estancar o processo que leva à velhice ou ainda o de manter o corpo congelado até o dia da descoberta da "cura" para a terceira idade.
Desenvolveu-se também o método da quilação, que consiste na introdução de determinada medicação no organismo para que estes provoquem reações químicas que retirem do corpo substâncias que acelerariam o processo de envelhecimento, como por exemplo os radicais livres.
A recente "Medicina Ortomolecular" nada mais é do que um método terapêutico que também vê na eliminação de radicais livres um meio de desacelerar o processo de envelhecimento usando, para isso, doses elevadas de substâncias químicas, principalmente vitaminas, em especial a A, C e E, associadas a hormônios (do crescimento, da glândula adrenal) poderiam também levar ao rejuvenescimento.
Nenhum desses métodos terapêuticos, porém, pode ter sua eficácia comprovada cientificamente. Contudo, recentes trabalhos científicos sugeriram que a diminuição da velocidade do metabolismo orgânico poderia desacelerar o processo de envelhecimento.
Nota-se, assim, que o desejo de controlar o envelhecimento é um anseio legítimo. A rejeição à terceira idade é um mecanismo de defesa natural do homem. Mas sua aceitação como uma realidade junto à compreensão de que se pode ser plenamente feliz em qualquer idade é o melhor caminho para a longevidade.
FRASE DA SEMANA
"SÊ HUMILDE SE QUERES ADQUIRIR SABEDORIA. SÊ MAIS HUMILDE AINDA QUANDO TIVERES TE ASSENHORADO DA SABEDORIA".
(H.P.BLAVATSKY - A VOZ DO SILÊNCIO)
(H.P.BLAVATSKY - A VOZ DO SILÊNCIO)
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Incontinência Urinária Parte 1
INCONTINÊNCIA URINÁRIA
Introdução:
De acordo com a definição adotada pela sociedade internacional de incontinência, entendemos por incontinência o estado no qual a eliminação involuntária de urina se constituem em problema social ou de higiene, podendo ser demostrada de forma objetiva
Os principais fatores de risco para a incontinência urinária são: sexo, idade, partos, menopausa, tabagismo e obesidade ( Walters e Karram, 1993 ). A incontinência urinária é mais freqüente no sexo feminino, fato que se deve às diferenças anatômicos e às conseqüências dos partos ( a incidência é mais baixas nas mulheres nuliparas ) e da menopausa. As modificações da capacidade funcional da bexiga que mantém relação com a idade avançada aumentam a prevalência; a presença de doença aguda ou crônica de incapacidade física e de deficiência cognitiva contribuem para a gravar ainda mais o problema. Nas pessoas da terceira idade que vivem em casa, a prevalência da incontinência costuma ser relativamente baixa, em comparação com a prevalência registrada nas pessoas que vivem em asilos.
Tipos de incontinência:
1. Urgência miccional
2. Devido ao esforço
3. Paradoxal
4. Origem neuropática
5. Funcional e passageira
Tendo como mais freqüentes:
1. Incontinência miccional: necessidade irreversível de urinar.
2. Incontinência devido ao esforço: é a eliminação involuntária de urina que ocorre em resposta ao aumento súbito da pressão intra-abdominal.
Amamnese:
A entrevistada da paciente com queixa de incontinência urinária deve ser bastante detalhada, devendo-se primeiro caracterizar bem o tipo dos sintomas, bem como o tempo de aparecimento e se o mesmo se relaciona com algum evento do tipo parto, cirurgia etc.
Posteriormente, a realização de questionário direto em relação aos sintomas urinários é bastante útil, pois outros sintomas podem estar associados e, caso não sejam questionados, passarão despercebidos. Geralmente, todos os serviços especializados possuem um protocolo de perguntas em relação a outros sintomas. Os sintomas urinários mais importantes a serem pesquisados de rotina são: urgência, freqüência urinária diurna e noturna, esvaziamento vesícula ( completo ou incompleto ), gotejamento pós-miccional, fluxo urinário, dificuldade miccional, história de ITU, polaciúria, disúria, algúria, dor suprapúbica relacionada ao enchimento, sensação de prolápso ( peso vaginal ), necessidade do uso de protetores higiênicos devido à perda urinária, caracterizar bem as situações nas quais ocorre a perda de urina ( tosse, espirro, exercício físico, água corrente etc. ) e, ainda, detalhar a freqüência aproximada de episódios de perda urinária ( intensidade ). Todo esse questionário visa à direção dos sintomas urinários para chegarmos a uma hipótese diagnostica da causa da perda de urina.
Em relação à história ginecológica, são importantes o status hormonal ( menacme, pós menopausa ), os ciclos menstruais e se existe alguma relação entre a intensidade dos sintomas e a época do ciclo menstrual.
A história obstétrica deve ser bem pesquisada, principalmente em relação ao tipo de parto, local ( se domiciliar ou hospitalar ) e peso dos recém-nascidos.
O questionário em relação a doenças metabólicas ( diabetes, hipotiroidismo ), neurológicas ( Parkinson, AVC, mielites, outras doenças centrais ou medulares ), ortopédicas ( hérnia discal com comprometimento nervoso, fraturas de bacia, fêmur etc. ) e psiquiátricas ( depressão maior, psicose ) é de extrema importância, assim como os medicamentos em uso, pois esses dois fatores podem piorar, melhorar ou fazer aparecer uma incontinência urinária. Os medicamentos utilizados pela paciente devem ser detalhados em relação à freqüência de uso e à dose. Quanto a pacientes idosas, é importante tentarmos avaliar seu estado mental, o grau de demência, a deambulação e a postura.
As cirurgias ginecológicas anteriores devem ser questionadas, pois sabemos que histerectomias radicais para neoplasias podem Ter como conseqüência uma incontinência urinária. As cirurgias sobre o colo vertical devem ser devidamente anotadas em relação a propedêutica pré-operatória, tipo de procedimento utilizado, sucesso, complicações e falhas.
Introdução:
De acordo com a definição adotada pela sociedade internacional de incontinência, entendemos por incontinência o estado no qual a eliminação involuntária de urina se constituem em problema social ou de higiene, podendo ser demostrada de forma objetiva
Os principais fatores de risco para a incontinência urinária são: sexo, idade, partos, menopausa, tabagismo e obesidade ( Walters e Karram, 1993 ). A incontinência urinária é mais freqüente no sexo feminino, fato que se deve às diferenças anatômicos e às conseqüências dos partos ( a incidência é mais baixas nas mulheres nuliparas ) e da menopausa. As modificações da capacidade funcional da bexiga que mantém relação com a idade avançada aumentam a prevalência; a presença de doença aguda ou crônica de incapacidade física e de deficiência cognitiva contribuem para a gravar ainda mais o problema. Nas pessoas da terceira idade que vivem em casa, a prevalência da incontinência costuma ser relativamente baixa, em comparação com a prevalência registrada nas pessoas que vivem em asilos.
Tipos de incontinência:
1. Urgência miccional
2. Devido ao esforço
3. Paradoxal
4. Origem neuropática
5. Funcional e passageira
Tendo como mais freqüentes:
1. Incontinência miccional: necessidade irreversível de urinar.
2. Incontinência devido ao esforço: é a eliminação involuntária de urina que ocorre em resposta ao aumento súbito da pressão intra-abdominal.
Amamnese:
A entrevistada da paciente com queixa de incontinência urinária deve ser bastante detalhada, devendo-se primeiro caracterizar bem o tipo dos sintomas, bem como o tempo de aparecimento e se o mesmo se relaciona com algum evento do tipo parto, cirurgia etc.
Posteriormente, a realização de questionário direto em relação aos sintomas urinários é bastante útil, pois outros sintomas podem estar associados e, caso não sejam questionados, passarão despercebidos. Geralmente, todos os serviços especializados possuem um protocolo de perguntas em relação a outros sintomas. Os sintomas urinários mais importantes a serem pesquisados de rotina são: urgência, freqüência urinária diurna e noturna, esvaziamento vesícula ( completo ou incompleto ), gotejamento pós-miccional, fluxo urinário, dificuldade miccional, história de ITU, polaciúria, disúria, algúria, dor suprapúbica relacionada ao enchimento, sensação de prolápso ( peso vaginal ), necessidade do uso de protetores higiênicos devido à perda urinária, caracterizar bem as situações nas quais ocorre a perda de urina ( tosse, espirro, exercício físico, água corrente etc. ) e, ainda, detalhar a freqüência aproximada de episódios de perda urinária ( intensidade ). Todo esse questionário visa à direção dos sintomas urinários para chegarmos a uma hipótese diagnostica da causa da perda de urina.
Em relação à história ginecológica, são importantes o status hormonal ( menacme, pós menopausa ), os ciclos menstruais e se existe alguma relação entre a intensidade dos sintomas e a época do ciclo menstrual.
A história obstétrica deve ser bem pesquisada, principalmente em relação ao tipo de parto, local ( se domiciliar ou hospitalar ) e peso dos recém-nascidos.
O questionário em relação a doenças metabólicas ( diabetes, hipotiroidismo ), neurológicas ( Parkinson, AVC, mielites, outras doenças centrais ou medulares ), ortopédicas ( hérnia discal com comprometimento nervoso, fraturas de bacia, fêmur etc. ) e psiquiátricas ( depressão maior, psicose ) é de extrema importância, assim como os medicamentos em uso, pois esses dois fatores podem piorar, melhorar ou fazer aparecer uma incontinência urinária. Os medicamentos utilizados pela paciente devem ser detalhados em relação à freqüência de uso e à dose. Quanto a pacientes idosas, é importante tentarmos avaliar seu estado mental, o grau de demência, a deambulação e a postura.
As cirurgias ginecológicas anteriores devem ser questionadas, pois sabemos que histerectomias radicais para neoplasias podem Ter como conseqüência uma incontinência urinária. As cirurgias sobre o colo vertical devem ser devidamente anotadas em relação a propedêutica pré-operatória, tipo de procedimento utilizado, sucesso, complicações e falhas.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
NOVO MÊS
SEJAMOS TODOS NÓS BEM-VINDOS AO MÊS DE NOVEMBRO, PENÚLTIMO MÊS DO ANO, POUCA COISA,PRATICAMENTE MENOS DE DOIS MESES PARA TERMINAR O ANO, AINDA PODEMOS TENTAR REALIZAR AS PROMESSAS QUE FIZEMOS NO ANO PASSADO... MALHAR MAIS, AMAR MAIS, QUEM SABE? CADA UM TEM UMA META QUE SE PROPÕE A SEGUIR, SIGAM E SEJAM FELIZES, AGUARDO TODOS SEMPRE EM MEU BLOG, COMO SEMPRE, MEU MUITO OBRIGADA PELAS VISITAS E COLABORAÇÕES. VOLTEM SEMPRE.
VANDERLUCIA
VANDERLUCIA
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